quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Empresário pagou R$ 300 mil para libertar família sequestrada em casa de praia em Prado

Nove pessoas de uma mesma família e um caseiro foram libertados de um sequestro, sem ferimentos, na noite desta segunda-feira (7), em Prado, no Extremo Sul da Bahia. Eles ficaram cerca de um dia em cativeiro e uma das vítimas, um empresário, precisou pagar R$ 300 mil em troca da liberdade de todos. As vítimas são cinco crianças e cinco adultos. Até o final da tarde desta terça-feira (8), ninguém havia sido preso. A polícia ainda tenta descobrir a localização do cativeiro. Segundo a Polícia Civil, o valor pago aos bandidos foi informado pelo próprio empresário, que possui uma casa de shows e é filho de um vereador de Itamaraju, cidade vizinha. Há suspeita de que ele também atuava com jogo do bicho, mas a polícia não confirma a informação. A família estava em casa, em um bairro nobre de Prado, quando foi surpreendida com a invasão de seis bandidos armados. Eles conseguiram invadir o imóvel após render um dos moradores. Todos foram vendados e levados ao cativeiro em dois veículos. 

Depois de manter as vítimas como reféns, os bandidos elegeram o empresário como a pessoa que ficaria responsável por pegar o dinheiro para fazer o pagamento do resgate. Ele foi liberado para pegar o dinheiro na manhã de segunda, quando comunicou o fato à polícia. No entanto, por precaução, ele solicitou que não fossem feitas intervenções. “O empresário quis manter a segurança da sua família, por isso preferiu que a polícia não monitorasse o pagamento do resgate. Por enquanto, temos poucas informações sobre os bandidos, as pessoas estão em choque e ainda vão prestar depoimentos”, disse o delegado Robério Faria, da 8ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin). *Com informações do CORREIO

2 comentários:

  1. Gelvane conhecido como serea viadao incubardo e bolota ta no meio eso invertiga policiaaa

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  2. REALMENTE MUITO ESTRANHO ISSO! MÁS , ENFIM CONFIAMOS NA POLÍCIA, ESSA SIM SE AFIRMAR E ESCLARECER EU CONFIO, MÁS TÁ MUITO ESTRANHO, TÁ.

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