quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Produtores de cacau devem voltar a acessar crédito rural


Agricultores familiares produtores de cacau da Bahia devem voltar a fazer financiamento de crédito para implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, agroindustrialização do cacau, entre outras ações. A medida foi discutida, nesta terça-feira (12), por dirigentes e técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado da Bahia (SDR) e do Banco do Nordeste, no município de Ilhéus. 

O secretário em exercício da SDR, Jeandro Ribeiro, apresentou as diversas ações que estão sendo realizadas pela secretaria para fortalecer a cacauicultura baiana, como assistência técnica e extensão rural (Ater), apoio à reforma agrária, regularização fundiária, mecanização rural, além dos investimentos realizados por meio de projetos como o Pró-Semiárido e o Bahia Produtiva.
Ribeiro enfatizou que é preciso somar esforços para a região cacaueira: "É um desafio que trazemos, mas essa é uma estratégia de juntar todos os investimentos e potencializá-los como esse acesso ao crédito".

Estiveram presentes técnicos da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater/SDR), além de agentes das prestadoras de assistência técnica e extensão rural (Ater) dos Territórios de Identidade Litoral Sul, Baixo Sul, Médio Rio das Contas e Costa do Descobrimento.

Segundo o superintendente do Banco do Nordeste, José Gomes, com a SDR surgiu a possibilidade de voltar a atender os produtores de cacau: "Estamos aprofundando a discussão para atender os produtores que se encaixarem no perfil para o crédito para que possam retornar as atividades preponderantes na região".
Para operacionalizar crédito para a cacauicultura foram realizados encaminhamentos como visitas às áreas produtivas, capacitação das entidades de Ater e andamento do projeto de conservação produtiva.

Plano operacional
A reunião é desdobramento da estratégia do Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia, lançado pelo Governo do Estado, em novembro de 2018, que atenderá 20 mil agricultores. O plano prevê o desenvolvimento de ações que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano, até 2022, e consolidar a fabricação de chocolates finos com certificado de origem no Sul da Bahia.

3 comentários:

  1. É PRECISO TER SERIEDADE ...TANTO DO GOVERNO QUANTO DOS PRODUTORES...É NESCESSARIO QUE O GOVERNO FAÇA UMA FISCALIZAÇÃO RIGIDA...TEM MUITO PRODUTOR QUE PEGA UM EMPRESTIMO E NÃO APLICA NA FAZENDA...NÃO CONTRATA MÃO DE ÓBRA....SIMPLESMENTE PEGA O DINHEIRO E GASTA COM OUTRAS COISAS...ISSO JA ACONTECEU VARIAS VEZES EM OUTRAS ÉPOCAS..O DINHEIRO QUE SERIA PARA INVESTIR NA FAZENDA ERA USADO PARA A COMPRA DE CARROS..PASSEIOS. REFORMA DE CASA...PORTANTO O GOVERNO ESTA FAZENDO O CÉRTO OFERECENDO AO CACAICULTOR A ÓPORTUNIDADE DE CONTRATAR AQUELAS FAMILIAS DE TRABALHADORES RURAIS PARA TRABALHAREM E MORAREM NAS FAZENDAS VOLTANDO A TRADIÇÃO DA REGIÃO.

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  2. Os governos são cúmplices de alguns destes que se diz produtores, pois muitos deles estão com o nome no Serasa, Spc e mesmo assim, é liberado muito dinheiro para mais uma vez, eu digo mais uma vez da o CALOTE!
    ISSO É UMA VERGONHA! e o pior é que o nosso dinheiro que estar sendo escorrido pelo o ralo. Duas semanas depois estes que se diz produtos caloteiros estará de carros novos, é mole!

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  3. KKKKKKKKKKKKKKKK
    QUE PIADA!!
    VAMOS LUXAR E DEIXAR O NOME DOS LARANJAS SUJOS

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